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Roberto Cunha _Belém_Brasil

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Engenheiro Civil Roberto Cunha

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ausência (Carlos Drumond de Andrade)


Ausência (Carlos Drummond de Andrade)

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.


Nasceu em Minas Gerais, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra, Itabira. Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte e Nova Friburgo com os Jesuítas no [[Colégio Anchieta (Nova Friburgo)|Colégio Anchieta],porém pouco ficara,pois foi expulso acusado de "insubordinação mental" . Formado em farmácia, com Emílio Moura e outros companheiros, fundou "A Revista", para divulgar o modernismo no Brasil. No mesmo ano em que publica a primeira obra poética, "Alguma poesia" (1930), o seu poema Sentimental é declamado na conferência "Poesia Moderníssima do Brasil", feita no curso de férias da Faculdade de Letras de Coimbra, pelo professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, Dr. Manoel de Souza Pinto, no contexto da política de difusão da literatura brasileira nas Universidades Portuguesas. Durante a maior parte da vida, Drummond foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguindo até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua única filha, a escritora Maria Julieta Drummond de Andrade.[1] Além de poesia, produziu livros infantis, contos e crônicas. (Wikipédia)

terça-feira, 19 de abril de 2011

PARABÉNS ROBERTO CARLOS



Parabéns amigo de todos, Roberto Carlos. Você espalha amor por todos os pontos do universo, amo você. Meu nome: Roberto, me foi presenteado por minha amada mãe, minha lady Laura chamada Eunice em sua homenagem, e assim, temos hoje a honra de parabenizar um homem que já é luz azul em todo esse nosso universo de felicidades.

sábado, 16 de abril de 2011

IDADE DE SER FELIZ


IDADE DE SER FELIZ


Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de que cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-los,
a despeito de todas as dificuldade e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida
e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada, em que a gente pode criar e recriar a vida
à nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo novo, de novo e de novo,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade,
tão fugaz na vida da gente,
chama-se "presente"
e tem a duração do instante que passa.


Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena"


Mário Quintana

Mário de Miranda Quintana foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Nasceu em Alegrete na noite de 30 de julho de 1906 e faleceu em Porto Alegre, em 5 de maio de 1994

sábado, 9 de abril de 2011

BELÉM TAMBÉM É ILHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Através do Projeto ALFAMAT que tenho a graça de estar participando começo a travar conhecimwento com um grupo de professora(e)s que trabalham nas Ilhas de Belém e que hora começo a descrever numa série de postagens.

Na foto: Professore(a)s:
Cecílio (Ilha Grande UP São José), Helaine (Ilha do Combu UP Combu), Larissa (Ilha Grande UP Nazaré), Wania (Ilha Combu UP São Benedito), Elma (Ilha de Várzea, UP Nsª Srª dos Navegantes), Giselle (Ilha Combu UP Stº Antonio), Eda (Ilha Combu, UP S. Benedito), Josimar (Ilha Grande, UP Nazaré), Ivelyse (Mosqueiro, Ilha de Caruaru, UP Mª Clemilde dos Santos). Prof. Roberto e Profa. Odinea NIED, ALFAMAT. abril de 2011.

domingo, 27 de março de 2011

RECAMINHANDO


É com muita satisfação e agradecido ao GRANDE PAI, ou GRANDE MÃE, que voltei às caminhadas, ainda de pequeno porte, 8 km, mas já pensando numa maior. Na verdade histórica estou em dívida com o relato de minha última caminhada feita daqui até o Ver-o-Peso, que no final das contas acabou mesmo foi no sorvete de açai da Estação das Docas. Mas voltarei ao relato numa outra postagem, pois estou querendo muito escrever a que acabei na hora vizinha... Uma caminhada é tudo de bom... Sai e caminhando fui. Uruguai, Brasil, Paraguai, praça, portaria, Pratinha na reta... Rever a Pratinha depois das obras da Ana Júlia no passo a passo de domingo é outra aprendizagem. As calçadas estão ótimas para pedestres com exceção claro ao lixo de incautos espalhadores de lixo desconectados das coletas programadas. Há alguns dias dessas tempestades vespertinas várias arvores sobre os fios de alta e a pratinha escureceu, os restos dessas arvores ainda estão por cá... De quem será a árvore morta? A rua está um tapete americano, ou quem sabe alemão, muito bonita. Mas rua bonita é como mulher bonita, um perigo para incautos... As casas estão se “rebelezando”, o comércio se expandindo Casas de festas, salões de beleza pra dedeu, igrejas que só DEUS sabe, tem de tudo e tudo chegando, a pratinha “rebulha”, ou “burbulha”, algo assim... Meu pé aguenta firme, parece recomposto, vejo nomes de amadas escritos na calçada, amores eternizados nas calçadas das lembranças... Nesta estou só, meu companheiros agora são “cariocos”, Aline não quer voltar, minha princesa Belle não estava em dia bom de caminhar. Sinto a falta de todos, mas os quilômetros chamam... O treino é para longe, Castanhal – Belém, Caminhada do Círio 2011, retomei os treinos. Vejo as “setas do caminho”, me lembro e sonho com o Caminho Santiago de Compostela, me lembro de você(s)... Preciso fazer o próximo passo, preciso chegar com o pé em forma nos clãs dos Lucas e dos Rubões A reta se acurva, as curvas se retilineam, o caminho se deslumbra, os carros se centrifugam, olha o perigo. Carro passa, conhecido acena, outro conhecido curiolista. Um rio, dois rios três rios, quatro rios, o Blue Lion me alcança... Na mais da metade já estou, ei que vejo linda flor de azul reluz. No aeroporto se voa longe, quero viajar... Passear muito. Domingo de caminhadas, vejo grande povo em preparo para uma linda planejada empreita, Caminhada da Saúde nos peitos escritos, muito bom. Eis que se projeta a reta, de 80 já passo, os porcentos agora são poucos. Pé pós pé, o esquerdo acompanha, parece gostar de estar de volta. OBRIGADUUUUU! A Pratinha está mais humanizada.

quarta-feira, 23 de março de 2011

AO NIED COM CARINHO



Em primeiro lugar devo agradecer ao GRANDE PAI, por hoje estar trabalhando no NIED sob a batuta da competentíssima professora Isabela e na compania de professores e professoras e funcionários tão dedicados e competentes.
De cada professor dessa equipe retiro uma motivação, cada um tem seu valor ímpar e todos admiram todos, é como uma grande família em pról de um objetivo comum.
Nesse momento estamos desenvolvendo uma série de atividades como o Projeto ALFAMAT; o Curso de Elaboração de Projetos junto ao EPROINFO e recentemente acabamos mais um Curso de Formação de 100 horas.
Hoje recebemos a visita da professora Rosa Costa, que nos presenteou com essa postagem no seu prestigiadíssimo blog: edfisicasemfronteiras.blogspot.com.

Nas fotos postadas estamos trabalhando com equipes de professores das salas de aulas de diversas escolas da rede que de segunda a quinta frequentam o NIED para a formação continuada nesse caso o ALFAMAT.

quinta-feira, 10 de março de 2011

ENTRETEMPOS

Entre profano e divino
o Tempo é ser e não-ser;
é trem veloz sem destino
que não tem tempo a perder.

O Tempo tem sede e fome
em seu perene devir
que tudo e a todos consome
sem jamais se consumir

Tempo feito estranho jogo
que mão alguma conduz!
Tempo de gelo e de fogo,
tempo de treva e de luz.

Tempo em tempos dividido
com quinhões de riso e dor
na tristeza do vencido,
na festa do vencedor.

Tempo de gula e jejum,
tempo de azar e de sorte
o Tempo é o elo comum
unindo, em si, vida e morte.

Quem pode o tempo deter?
Quem pode o tempo medir?
E a quem foi dado o poder
para do tempo fugir?

Tempo de amor e de paz,
tempo de sonho e magia
tempo em que o verbo se faz
somente de poesia.

Tempo de exilio e de mágoa,
de renúncia e solidão
tempo em que o pranto deságua
no açude do coração.

Oculto em nossas jornadas
o Tempo avança, veloz,
deixando suas pegadas
nos rostos de todos nós.

Mas virá o tempo em que o tempo
das plantas, dos animais,
cederá lugar ao tempo
das pedras, do nunca mais...


Antonio Juraci Siqueira
Espelhos & Punhais
MALTA DE POETAS
FOLHAS E ERVAS